segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Os que vão e os que vêm


3 comentários:

  1. Sim, Iron Junqueira. Tu falavas te ti? No entanto, falavas de todos nós! Qual essas formiguinhas que se deixam enlear na admiração do mundo que as cercam, estamos todos nós, agarrados aos enganos de fora e aos enganos de dentro de cada coração. Olhando a beleza traidora e enganadora das coisas todas desse mundo. Um mundo de de utopias. Deixamo-nos ficar embevecidos diante de tantas ilusões ao longo do caminho, que nos esquecemos da voz do Pai a nos mandar em busca do Irmão, daquele que chora, do que geme, do que lamenta, do que se desespera, do que por nós espera. Sigamos!! Não deixemos que as belezas do caminho nos ceguem os olhos nem ensurdeçam nossos ouvidos. Não, meu amigo, tu não falavas de ti. Tu falavas de todos NÓS. Parabéns, bela crônica, que deixa muito conteúdo a ser interpretado. Mas, paro por aqui! Bora escrever?

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  2. Sim, meu amigo Iron Junqueira, estamos todos indo para Damasco! Então vamos aproveitar do que dizem os que vêm. Vamos dar as mãos e nos tornarmos irmãos, e deixarmos para trás os riachos debaixo das pontes, sem pararmos no caminho. Porque tudo se torna urgente, agora que somos nós os que vão. Damasco nos espera! Que lá cheguemos com as mãos e o coração plenos do dever cumprido. Enquanto isso, bora escrever?
    8 h · Curtir

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  3. Sim, meu amigo Iron Junqueira, estamos todos indo para Damasco! Então vamos aproveitar do que dizem os que vêm. Vamos dar as mãos e nos tornarmos irmãos, e deixarmos para trás os riachos debaixo das pontes, sem pararmos no caminho. Porque tudo se torna urgente, agora que somos nós os que vão. Damasco nos espera! Que lá cheguemos com as mãos e o coração plenos do dever cumprido. Enquanto isso, bora escrever?
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