quinta-feira, 3 de novembro de 2016

ATÉ SER DIA PERFEITO - 02-11-2016


Iron Junqueira

            Não compete a você resolver o problema de outro porque não tem jeito. Cada qual se corrige por si.
            Você ajuda Deus resolve.
            Daí a supor que você irá melhorar alguém, ou mudar o modo de pensar de outrem, é bem difícil. Só Deus o faz.
            Nós conseguimos ajudar.
            Tendo tolerância, exercitando paciência, calma e perseverança naquilo que você pode auxiliar...
            Com uma palavra edificante, desde que seu interlocutor aceite ouvi-la.
            Jamais tornar-se um enfadonho que fica impondo preceitos e conceitos que o ouvinte não quer.
            O jovem está rebelde em casa? Quer discutir com os pais?
            Não ligue. Ouçam-no em silêncio para que ele, percebendo que vocês o escutam enquanto ele se esbraveja, possa se lembrar de que, se vocês o ouviram com calma e silêncio, ele também podia ouvi-los com respeito. E ouvindo-os com tranquilidade, poderá assimilar o conhecimento que lhe falta.
            Ele quer chantagear os pais dizendo que vai embora, digam-lhe o que de fato precisa ouvir, mas se insiste em ir embora para melindrar, deixem que ele vá.
            Mas e se acontecer algo de ruim com ele?
            Problema dele. Não foi ele quem o quis?
            Depois vocês cuidam. Mas quem resolve é Deus.
            Se ele for um dia, ele volta. Quem sabe ir, sabe voltar.
            Se for prejudicado por outrem, lembre-se que, em contrapartida, foi alertado.
            Se se enveredou pelo caminho das drogas, antes ele fora bem cuidado, orientado e zelado por vocês. Teimou porque precisava aprender por conta própria.
            Se não voltou do “caminho sem volta”, ele quem não o quis.
            Achava que estava muito certo. Pensava-se capaz de tudo, quem sabe ele tem razão. Sabia mesmo o que pretendia. Ou aprendeu o caminho certo. Nós cuidamos, mas Deus faz.
            Estamos na vida para aprendermos.
            “Colhemos o que semeamos”.
            Escolhemos, por conta própria, o caminho que preferimos.
            Nós escolhemos. Vivemos no Bem ou vivemos no mal.
            No bem viveremos melhor.
            No mal, claramente que não acertaremos muito.
            Cada qual tem sua vereda e a segue. Fugir da consequência do mal, esta consequência virá ao nosso encontro. Ou vice-versa. Mas ninguém morre.
            “A vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Prov. 4:18).

           

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