segunda-feira, 24 de outubro de 2016

CALAR PARA QUE AJA O PIOR MOLUSCO? / 24-10-2016


Iron Junqueira

            Por mais anárquico e desorganizado seja um país; e por mais sua população tenha sido dilacerada moral e economicamente, nunca, na história do mundo, uma nação foi tão vilmente abusada, de toda forma e meio, como foi o Brasil.
            Um vagabundo, menos digno de qualquer outro que vive, somente, de passar calotes, truques e mentiras existiu, no país de Cabral que fosse tão mau caráter como esse Lula e toda sua equipe. Digo equipe porque um sujeito desse naipe jamais consegue agir sozinho. Com fantasias e mentiras consegue enganar todos os povos do globo e chegar à Presidência do Brasil como ele chegou, convenhamos reconhecer, que nós, povo, fomos muito cascas grossas por não termos sentido, logo de início que, quem se propunha a salvar a Pátria, não era dotado de outras dez qualidades senão as piores como a mentira (sem pudor); a desonestidade (sem limites); e a total falta de equilíbrio, consciência e sentimento de respeito ao próximo, pois fez o que fez e tem, ainda, a coragem de dizer que “não fui eu, não vi, nem sei”, mesmo com as evidências pulando aos olhos da humanidade e as provas virando pilhérias diante do mundo.
            A justiça se posicionou, em boa parte, ao lado desse estranho espécime humano que em resumo entende-se por ser um aborto que vingou com corpo e membros normais, porém, suas potencialidades intrínsecas desativadas ou sem nenhuma delas funcionando, porque tudo que passou por ele se transformou em fome, miséria, dor, caos, dramas, prantos e “ranger de dentes”. Nada aproveitável, nem útil, senão para os que o ajudavam a destruir o que jamais foi dele; vergonha, o mínimo, em respeito a seus familiares, faltou. Mas e os amigos, asseclas, companheiros? Terminaram todos presos, contaminados direta ou indiretamente; por receios, medos e profundamente afetados; sem lembrar os que morreram cujas histórias nem foram contadas; os que compraram suas liberdades e vivem às margens da sociedade; é um abismo de sombra e sem limites.
            Idiotas, de que é constituída nossa população entenderam sim quem é esse louco desalmado, porém deixaram se vender pela riqueza com que ele os comprou; acharam que suas vidas seriam mais fáceis se vividas conforme a saciedade com que o anticristo lhes abastecia suas ambições famintas, insaciáveis e nunca satisfeitas; é um tipo de saciedade capaz unicamente de aumentar, jamais de se satisfazer.
            Oito anos dizimando nossas riquezas, secando nossas usinas petrolíferas, rarefazendo nossas fontes minerais, repatriando nossas riquezas e abarrotando cofres doutras nações, sem serem a nossa; doando, sem autorização dos órgãos governamentais, incalculáveis somas financeiras construindo gigantescas obras noutros países, tentando comprar as mentes de outras gentes fracas no sentido de que pensassem e agissem como ele; logo igual a ele que não tem ideia acertada, nenhuma, sequer para educar a si próprio. E esse desmonte da nossa pátria para reerguer outras que não passavam de monturos de tranqueiras, sob o império de tiranescos igualmente destituídos de ideias, sentimentos ou bons conselheiros.
            E agora, o que somos? Irmãos latino-americanos com o prato na mão, esperando a migalha de grãos que não caem dos céus sem, antes, o cair do suor de nossas frontes. Não! Não adianta dizer que estamos exagerando! Que estamos generalizando. Não. Falo de nós e nossos irmãos vizinhos. Vão ver se não estão em situação pior do que a descrita!
            Fazer o quê?
            Esperar por Justiça, na qual todos devemos confiar?
            Mas já esperamos, apelamos, gritamos por socorro!
            Venderam-se todos! Por mais pareçam sérios, como alguns deles de fato o são, não conseguem mais forçar apoio de ninguém! Não percebem que estamos com o prato na mão e eles com as armas apontadas contra nós?
            Invertamos as coisas! Façamos alguma ação que ninguém ainda o fez!
            Ou o povo se armará por conta própria e, então, será tarde demais!
            Muito tarde!
            Nós estamos com medo de moluscos ou tememos perder nossas vidas?
            Minha vida não se vende, mas também não se extinguirá pelas armas das que pensaram que o Brasil fosse deles e o venderam com prazo para entrega?
            Não! Façam comigo o que quiserem. Mas calar para que aja o mais doente dos moluscos, não! Seria demais!

07/10/2016


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