Iron Junqueira
Por
mais anárquico e desorganizado seja um país; e por mais sua população tenha
sido dilacerada moral e economicamente, nunca, na história do mundo, uma nação
foi tão vilmente abusada, de toda forma e meio, como foi o Brasil.
Um
vagabundo, menos digno de qualquer outro que vive, somente, de passar calotes,
truques e mentiras existiu, no país de Cabral que fosse tão mau caráter como
esse Lula e toda sua equipe. Digo equipe porque um sujeito desse naipe jamais
consegue agir sozinho. Com fantasias e mentiras consegue enganar todos os povos
do globo e chegar à Presidência do Brasil como ele chegou, convenhamos
reconhecer, que nós, povo, fomos muito cascas grossas por não termos sentido,
logo de início que, quem se propunha a salvar a Pátria, não era dotado de
outras dez qualidades senão as piores como a mentira (sem pudor); a
desonestidade (sem limites); e a total falta de equilíbrio, consciência e
sentimento de respeito ao próximo, pois fez o que fez e tem, ainda, a coragem
de dizer que “não fui eu, não vi, nem sei”, mesmo com as evidências pulando aos
olhos da humanidade e as provas virando pilhérias diante do mundo.
A
justiça se posicionou, em boa parte, ao lado desse estranho espécime humano que
em resumo entende-se por ser um aborto que vingou com corpo e membros normais,
porém, suas potencialidades intrínsecas desativadas ou sem nenhuma delas
funcionando, porque tudo que passou por ele se transformou em fome, miséria,
dor, caos, dramas, prantos e “ranger de dentes”. Nada aproveitável, nem útil,
senão para os que o ajudavam a destruir o que jamais foi dele; vergonha, o
mínimo, em respeito a seus familiares, faltou. Mas e os amigos, asseclas,
companheiros? Terminaram todos presos, contaminados direta ou indiretamente;
por receios, medos e profundamente afetados; sem lembrar os que morreram cujas
histórias nem foram contadas; os que compraram suas liberdades e vivem às
margens da sociedade; é um abismo de sombra e sem limites.
Idiotas,
de que é constituída nossa população entenderam sim quem é esse louco
desalmado, porém deixaram se vender pela riqueza com que ele os comprou;
acharam que suas vidas seriam mais fáceis se vividas conforme a saciedade com
que o anticristo lhes abastecia suas ambições famintas, insaciáveis e nunca
satisfeitas; é um tipo de saciedade capaz unicamente de aumentar, jamais de se
satisfazer.
Oito
anos dizimando nossas riquezas, secando nossas usinas petrolíferas, rarefazendo
nossas fontes minerais, repatriando nossas riquezas e abarrotando cofres
doutras nações, sem serem a nossa; doando, sem autorização dos órgãos
governamentais, incalculáveis somas financeiras construindo gigantescas obras
noutros países, tentando comprar as mentes de outras gentes fracas no sentido
de que pensassem e agissem como ele; logo igual a ele que não tem ideia
acertada, nenhuma, sequer para educar a si próprio. E esse desmonte da nossa
pátria para reerguer outras que não passavam de monturos de tranqueiras, sob o
império de tiranescos igualmente destituídos de ideias, sentimentos ou bons
conselheiros.
E
agora, o que somos? Irmãos latino-americanos com o prato na mão, esperando a
migalha de grãos que não caem dos céus sem, antes, o cair do suor de nossas
frontes. Não! Não adianta dizer que estamos exagerando! Que estamos
generalizando. Não. Falo de nós e nossos irmãos vizinhos. Vão ver se não estão
em situação pior do que a descrita!
Fazer
o quê?
Esperar
por Justiça, na qual todos devemos confiar?
Mas
já esperamos, apelamos, gritamos por socorro!
Venderam-se
todos! Por mais pareçam sérios, como alguns deles de fato o são, não conseguem
mais forçar apoio de ninguém! Não percebem que estamos com o prato na mão e
eles com as armas apontadas contra nós?
Invertamos
as coisas! Façamos alguma ação que ninguém ainda o fez!
Ou
o povo se armará por conta própria e, então, será tarde demais!
Muito
tarde!
Nós
estamos com medo de moluscos ou tememos perder nossas vidas?
Minha
vida não se vende, mas também não se extinguirá pelas armas das que pensaram
que o Brasil fosse deles e o venderam com prazo para entrega?
Não!
Façam comigo o que quiserem. Mas calar para que aja o mais doente dos moluscos,
não! Seria demais!
07/10/2016

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