quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O ÚLTIMO TOSTÃO DE OURO / 20-10-2016


Iron Junqueira

            Foi um fracasso, mas não ficarão isentos da remissão. Os nossos ministros da justiça que, por gratidão de favores recebidos do petismo, deixaram acontecer a instalação, no país, de um regime sem ordem nem progresso, sem respeito nem moral. Sobrou a ala limpa, honrada e forte de representantes do Supremo, em várias redes da Justiça, que mantiveram a coerência das Leis e o equilíbrio da balança da Justiça, razão, única, que o país dos brasileiros, agora, caminha para o rumo certo.
            Aplauso, pois, ao Juiz Sérgio Moro, líder exponencial da Justiça em favor do povo, auxiliado por um grupo de jovens magistrados que o reforçam; e também por exímios Procuradores da República que tudo fazem na ação de martelar os erros e indicar os acertos, que representam a salvação da Pátria.
            Pensem os filhos do Brasil se não houvesse essa parte sóbria, sábia e sã da Justiça! O quanto o petismo não teria esfarinhado o país! O que era de valores, o que o país tinha de riquezas, os ladrões falsificados de salvadores da nação, literalmente, roubaram dos brasileiros. Foi como se estivesse mudando nossa pátria para outros países, pois pegaram tudo (como uma mudança de domicílio pátrio) e esconderam nos cofres da usura pessoal, nos cofres da Venezuela, da Suíça, da Alemanha, da França, dos Estados Unidos, da Inglaterra, de Mônaco, só quantias pra mais de trilhões, ninguém sabia que o Brasil fosse tão rico. Sabia que é portentosamente rico, mas nem tanto assim! Por isso esses bandidos devem devolver tudo e experimentarem o isolamento nas cadeias, pelo menos é melhor do que a pena de morte, porque morte pra eles é prêmio. Prisão perpétua, de uma forma ou de outra continuarão a desfrutar o sobro do que lhes sobram que, por fim, comprarão suas liberdades e eles viverão pelos 115 anos que restarem aos que sobreviverem mais; e não faltará herança para seus netos e bisnetos do tanto que eram e do tanto que usurparam.
            Esses aproveitadores sanguessugas eram tão descarados que não sentiam o menor pudor. Roubaram! E os hospitais, pronto socorros, centros de atendimento à saúde, escolas, segurança, ficaram sucateados totalmente. Só montes de camas e macas pelos corredores, aparelhos hospitalares de salvar vidas, quebrados e roubados, tudo, agora, ainda é lixo! A ausência total de segurança! De 15 a 15 minutos um assalto com morte nas ruas de um país devastado pela insânia de políticos que se punham como heróis da nação, sendo uma cambada de ladrões que começaram passando-se por exterminadores do regime militar que se instalara em 1964.
            Deram anistia a essas cobras com asas, então fizeram do paraíso onde seus chefetes construíram o inferno onde padecem até hoje os brasileiros honestos e pacíficos, trabalhadores e que abominam esses aloprados. Um país maravilha governado por irresponsáveis tresloucados em que se resultaria? Em área livre para assassinos, ladrões, estupradores, tarados, loucos, professores (alguns) que foram “industriados” a ensinar comunismo aos jovens. Os violentos assaltam lojas, farmácias, shoppings, o latrocínio se espalhou quais igrejas crentes, dez em cada quarteirão. Direitos Humanos? Esqueceram as crianças e jovens e velhos e mulheres, vítimas diárias de loucos e drogados, e foram salvar estes, os agressores do povo feliz que era antes.
            Chegaram ao lastro máximo da inconveniência que libertavam bandidos e faziam dos Direitos Humanos braços protetores deles.
             A própria Presidente, uma estranha senhora, com modos doentes, surtos de raiva e caretas de deboches, chegou a levar (ou mandou) bandidos para os seus países de origem, com postura de protetora, porque aqueles coitados não poderiam permanecer num país onde seriam mortos a quaisquer momentos.
            Deportaram desportistas que fugiam da tirania de seu país e os entregavam à justiça raivosa de lá ao invés de lhes darem proteção aqui.
            Ainda bem que por mais eu viva, não verei o alvorecer da liberdade linda que o Brasil já teve, onde os homens públicos eram bons e quase honestos, onde o exercito brasileiro expulsou os anarquistas, mas, infelizmente, deu anistia aos que hoje estraçalham nosso país. Mas que os militares foram melhores, foram! Morreram aqueles que tinham mesmo que morrer: anarquistas e sonhadores sem o alicerce da cultura e do discernimento. Aqueles militares não completaram a limpeza a que se propuseram! Deixou os abobalhados. E esses são os aloprados que tiveram a voz para convencerem o povo com a mentira e subirem ou poder, roubando do Palácio da Alvorada até o crucifixo do Aleijadinho, ou um objeto de ouro, com o qual o Papa havia homenageado a cristandade brasileira! Mas o que queria o molusco fazer com a imagem do Cristo se ele nem em Deus acredita?
            Derretê-la em ouro e fazer com o precioso metal, o sorriso de ouro com o qual escarneceria e debocharia da Justiça!
            Mas agora é certo. Ele viverá. Viverá para assistir o derreter do ouro em cima de sua cavalgadura.
            Seu riso satânico se derreterá perante a força maior que cobra de todos nós o último tostão roubado.

14-10-2016


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