Iron
Junqueira
Não
faltaram truques, driblas, arapucas, golpes, mentiras, diabruras, recursos
ilícitos, manhas, rasteiras, maracutaias, embustes, ameaças, calúnias,
intimidações, rastros de onça, e milhões de métodos intimidantes, por parte de
Lula, Dilma e sua trupe, para mudar a ideia da população, tentando convencê-la
de que a sociedade estava equivocada, e que, certos mesmos, eram, unicamente,
eles.
Recorreram
às frases de Lênin, segundo as quais deviam os esquerdopatas culpar o povo de
suas mentiras, ameaças e convencer a sociedade de que as ideias marxistas eram corretas.
Trocaram o script deles pelo da população e vice versa. Não deu certo.
Depois
Lula, Dilma e seus mutretas trocaram o discurso de liberdade e anticorrupção, bandeira
esta do povo brasileiro, dizendo-se detentores da democracia e pondo a pecha na
sociedade de golpistas, traidores e que iriam estes acabar com as ideias
excelentes para a coletividade, criadas por FHC, mas diante da aluvião de lamas
que penetra as instituições nacionais impostas pelo PT; e vendo o caos que se
agigantara sobre a nação cobrindo de excremento o País do Cruzeiro, eles
ficaram decepcionados e viram que também... Também não deu!
Os
petistas e desocupados, ameaçaram atacar os manifestantes contrários com
enxadas e foices, sob a voz de comando de Stédile, mas, entrevistados pelos
populares munidos de câmeras e celulares, descobriram que, sequer, sabiam o que
estavam fazendo nas ruas. Explicavam aos populares que lhes deram aquelas
camisetas vermelhas, bonés e bandeiras para ficarem zanzando pelas avenidas e
que se perguntassem o que estavam fazendo era para dizerem que se manifestavam contra
a Dilma, quando, na real, mentiam — como aprenderam a mentir!
Veja, gente. Contra eles mesmos.
Aquilo era só para impingirem medo nos leigos eleitores, intimida-los a fazer
movimento, volume de gente, pensando que a população iria temê-los. Eles, os organizadores,
não lhes dão nada? Indagava alguém a manifestantes, a que eles, politiqueiros,
eram pontuais:
—
Ora! O senhor acha que estamos fazendo isso sem “mais nem menos”? Ou os
organizadores nos dão os trinta mangos e um pão com mortadela, ou não
aceitamos!
—
O que eles ordenavam vocês a fazerem?
—
A gente nem perguntava! Saia mastigando o pão, único lanche do dia e sumia,
lentamente, no meio do povo, porque tinha momento em que a coisa ficava
preta...
—
Porque diziam que se a gente não fizesse como eles mandavam nos entregariam
para os comandantes do movimento...
—
E quem eram esses?
—
Os que nos pagam! Então a gente disfarçava, sumia com a camisa e ia pra casa
levando nossas foices, facões e enxadões.
Um
repórter, na Bahia, entrevistava um simplório todo fantasiado de “Brasinha”.
—
Contra o quê o senhor está protestando?
—
Contra os golpistas.
—
E quem são eles?
—
Aqueles que implicarem com a minha fantasia...
—
Qual sua função aqui?
—
Chefe.
—
Chefe, de quê?
—
Do MST.
—
O que é MST?
Apontou
para o peito o dedo e disse:
—
Isso aí: M... é esse né? S... e T...
E
outro em Goiás, quando foi indagado.
—
Por que você queria bater naquela mulher?
—
Ela me xingou de “camarão”!
—
Por quê?
—
Uai! Eu vou lá saber?
Dilma
e seus aloprados quiseram inserir um sistema educacional no Brasil em que as
escolas ensinariam, via cartilha anti-homofobia, um sistema em que as crianças de
4 a 5 anos tivessem aprendizado em que os meninos (na idade mencionada) e as
meninas (idem) recebessem lições homoafetivas, ou seja: o menino poderia
insinuar-se para outro garoto e as meninas fizessem o mesmo com as meninas como
se elas não tivessem almas, fossem bonecas de plástico fabricadas em indústrias,
com o sexo (ou os dois), algo, assim, à revelia dos fabricantes.
Malucos,
esses petistas!
Cada
qual já nasce com a sua característica condicionada à sua evolução, entendimento,
crescimento espiritual e experiência a que veio obter. O espírito não tem sexo,
mas tem o livre arbítrio de recorrer à sua aptidão; se é homem e quer
experimentar um terceiro sexo, problema dele; se é mulher e deseja ter
experiência masculina, idem. Cada qual consoante à necessidade do grau de
elevação. Se é não sei o quê e almeja uma experiência xis, que a faça. Cada
qual na sua. Mas escolher, adrede, a qual sexualidade a pessoa deve se
integrar, começando aos 4 anos, é expediente não de educadores nem de
cientistas, mas de esquerdóides pretensiosos que até hoje não sabem que, depois
de vastas experiências, vários países adiantados confirmaram que, se a
democracia não é a opção perfeita, outra melhor, ainda não apareceu. Nem
chegaram à conclusão de que sistema de igualdade entre as pessoas não há como.
Nem todos serão ricos. Nem todos serão pobres. Nem bonitos. Nem feios. É o fator
progressivo integral — Amor, inteligência, evolução.
Bonito
até agora, petezada, só eu.

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